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Dicas Para um Bom Leite Materno

Dicas Para um Bom Leite Materno

20/02/2014

Alguns alimentos e bebidas consumidos podem afetar a qualidade do seu leite A sensação que durante a amamentação a mulher sente mais fome é verdadeira, porque nesse período há um grande gasto calórico. Entretanto deve-se ter atenção quanto à qualidade dos alimentos a serem consumidos. Algumas mães relatam que certos alimentos podem contribuir para o aparecimento de alguns sintomas como cólica, gazes e irritabilidade nos bebês. Eu observo, na prática, que os alimentos que estão mais associados a esses sintomas são: chocolate, feijão, cebola, repolho, pimenta e leite. Mas cada criança pode reagir de forma diferente, não há regras. Por isso a importância de observar eventuais sintomas e evitar o consumo dos alimentos que forem associados a eles. Deve-se beber bastante líquido para suprir a produção de leite, que é de, em média, 800ml por dia. Beba durante todo o dia e quando for amamentar, deixe sempre um copo de água perto. O importante é não sentir sede. É recomendado evitar o uso de bebidas que contenham cafeína (café, chá, refrigerante, energéticos, chocolate), ou limitar o consumo em até 300mg por dia (cerca de 3 xícaras pequenas de café). Mas se perceber que o bebê fica irritadiço depois que houve a ingestão da cafeína, o ideal é cortar até o fim da amamentação. Quando uma mãe que amamenta consome álcool, parte da bebida passa para o leite materno. Sabe-se que, em aproximadamente, duas horas uma dose de álcool (1 taça de vinho ou 1 copo de cerveja) é metabolizado e eliminado pelo corpo. Portanto se uma mãe quiser ingerir uma dose de bebida alcoólica a recomendação é que não beba se for amamentar nas próximas 2 ou 3 horas. Amamentar é tudo de bom! Para muitas mulheres, essa não é uma tarefa fácil. Felizmente existem profissionais especializados que dão auxílio e fazem com que a amamentação seja um sucesso. O importante é não...

Filtro solar, use e abuse!

Filtro solar, use e abuse!

30/01/2014

Nesse post a Dr. Érika Carneiro dará recomendações para proteger as crianças dos raios solares       Com a chegada do verão vêm as dúvidas quanto à maneira mais eficaz de proteger as crianças e bebês do sol. Hoje falarei sobre proteção solar, item bastante importante quando se trata dos pequenos. As recomendações diferem para bebês com menos de seis meses e com mais de seis meses, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia e de Pediatria. – Bebês menores que 6 meses: Não devem ser expostos diretamente à luz do sol!!! Devem ser protegidos da radiação solar com roupas e chapéus com filtro solar (hoje em dia existem diversas marcas, cores e tamanhos de roupas com tecido que protege dos raios solares) ou devem ser mantido à sombra. Se isso não for possível, apenas pequenas áreas, como a face, devem ser protegidas com filtros solares físicos (costumo indicar os que são hipoalêrgicos e de composição mais natural como o creme protetor solar protective cream SPF 50 da Mustela ou a loção fluida fotoprotetor ISDIN ESTREM FPS 50+). – Bebês maiores que 6 meses: Se o seu bebê tem 6 meses ou mais, ele já está liberado para usar filtros solares, mas, além disso, você também deve protegê-lo com roupas e chapéus e evitar a exposição ao sol nos horários entre 10 e 16 horas, quando ocorre o pico de maior intensidade  de radiação solar. Como escolher o filtro solar Para os bebês prefira um que seja de amplo espectro (anti UVA e UVB) com fator de proteção solar (FPS) 30 ou maior, hipoalergênico. Para diminuir o risco de irritações na pele e nos olhos do pequeno, escolha os protetores que contenham apenas filtros inorgânicos (óxido de zinco ou o dióxido de titânio – filtros físicos). Como aplicar e quando reaplicar o filtro             Aplique o filtro solar generosamente, não economize!!! O filtro deve ser aplicado na pele 30 minutos antes da exposição solar, visto que este é o tempo médio de início de ação da maioria dos filtros solares. O mais correto mesmo é aplicar o protetor em casa, antes de sair ao sol. Reaplique a cada 2 horas, ou menos, caso a criança...

A importância do alongamento durante a gestação

A importância do alongamento durante a gestação

16/01/2014

Antes de comentar sobre a importância do alongamento é importante salientar quais os fatores proporcionantes que nos fazem necessitar tanto de exercícios de alongamento para a melhora da saúde e da qualidade de vida.   Fatores que proporcionam tensão muscular:   Estresse:  nervoso, tensão, ansiedade, pressão do dia a dia que muitos de nós vivenciamos. Enfraquecimento muscular: Músculos fracos estão mais vulneráveis a ação da gravidade em nossos corpos, impacto do dia a dia, más posições principalmente em pessoas que trabalham sentadas ou que usam seus corpos de alguma maneira para trabalhar e estão mais suscetíveis a torcicolos e os famosos “mal jeito”. Lesão muscular: a lesão muscular é um dos principais motivos que causam tensão muscular por haver muitas vezes um encurtamento do tecido muscular devido às inflamações decorrentes da lesão. Focando no âmbito da gestação, a mulher grávida está susceptível a todos esses fatores e ainda mais vulneráveis a todos os 3 itens citados anteriormente por ocorrer muitas mudanças hormonais, fisiológicas e psicológicas em decorrência da gravidez. Lembrando também que na gestante devido à influência de possíveis alterações hormonais ocorre uma frouxidão ligamentar deixando ainda mais susceptível a lesões. Recomendação: Toda e qualquer gestante deve fazer exercícios físicos que fortaleçam sua estrutura corporal, mas não pensem que vão se transformar em corpos esculturais de “Panicats” porque não é esse o foco, mas visem deixar seus corpos numa posição sustentável, agradável e saudável gerando assim uma qualidade de vida melhor durante a gestação. E não saiam da academia sem fazer bons exercícios de alongamento, pra isso consultem um profissional da educação...

Toxoplasmose e gestação

Toxoplasmose e gestação

14/01/2014

Toxoplasmose é uma doença infecciosa causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. Este protozoário é facilmente encontrado na natureza e pode causar infecção em grande número de mamíferos e pássaros. O homem pode adquirir a infecção por três maneiras: – pela ingestão de células do parasita (oocitos) provenientes do solo, areia, latas de lixo que estejam contaminados com fezes de gatos doentes; – pela ingestão de carne crua e mal cozida infectada com cistos, especialmente carne de porco e carneiro; – por intermédio de infecção transplancentária, ou seja, pela passagem do parasita através da placenta, o que ocorre em 40% dos fetos de mães que adquiriam a infecção durante a gravidez. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas (período de incubação) é de 10 a 23 dias, quando a fonte for a ingestão de carne; de 5 a 20 dias, após ingestão das células presentes nas fezes de gatos. Não se transmite diretamente de uma pessoa a outra, com exceção das infecções intrauterinas (da mãe para o feto). As células expulsas nas fezes dos gatos se tornam infectantes depois de 1 a 5 dias, podendo permanecer assim por 1 ano. O quadro clínico da toxoplasmose é bastante variado, podendo haver desde infecções sem nenhum sintoma até situações com manifestações extremamente graves. Em muitos casos, a doença manifesta-se por quadro febril, acompanhado por exantema (manchas vermelhas pelo corpo). Às vezes, sintomas de acometimento pulmonar, cardíaco, hepático ou cerebral são evidentes: pneumonia, miocardite, miosite, hepatite, encefalite etc.
 Também podem aparecer linfonodos (gânglios) pelo corpo, geralmente no pescoço, que persistem por 1 semana a 1 mês. Em quadros mais graves, pode ocorrer a toxoplasmose ocular, com retinite aguda (intensa inflamação da retina) ou retinite crônica, com perda progressiva de visão, algumas vezes chegando à cegueira. Haja vista que a infecção da mãe é geralmente assintomática, muitas vezes não é diagnosticada. Por isso, exames devem ser realizados durante a gestação, no seguimento pré-natal. Se confirmado o diagnóstico de infecção, exames mais específicos, para acompanhamento do bem-estar fetal, devem ser realizados e tratamento adequado, com antibióticos, deve ser instituído. Como a principal forma de contaminação é a via oral, a prevenção deve ser feita: – ingerindo apenas...

Dicas de segurança com as crianças e a água

Dicas de segurança com as crianças e a água

02/01/2014

Estamos quase entrando no verão, a estação mais desejada do ano, principalmente pelas crianças. Com ele, o mar e a piscina. E, quanto mais nos aproximamos dessa época do ano, mais aparecem dúvidas em relação aos cuidados e segurança envolvendo a água e os pequenos. Uma das maiores dúvidas de segurança fica a respeito do uso das boias. Qual melhor e mais seguro modelo para usar, levando em consideração a idade da criança, SEMPRE!!! Primeiramente falarei sobre as dicas de segurança segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria: 1) A área de piscina deve estar cercada por uma grade de proteção de, no mínimo, 1,20 metro de altura, sendo trancada por portões automáticos (para que a criança não possa destravar essa porta de segurança); 2) Quando não estiver em uso a piscina tem que ser coberta por uma estrutura de material resistente, que seja capaz de suportar um peso de, pelo menos, 120 quilos, para não ceder. 3) O piso em volta da piscina tem que ser anti-derrapante para evitar quedas e escorregões; 4) Piscinas plásticas, de uso doméstico, quando não estão em uso devem ser guardadas sem água. Atenção porque um acúmulo de 30 centímetros de água são suficientes para afogar uma criança; 5) Se a criança tiver menos de 4 anos, tem que ter sempre um adulto perto dela, de preferência dentro da água, ou muito perto, ao alcance dos braços. Esse adulto tem que estar lúcido, não pode estar embriagado, e tem que estar totalmente dedicado a cuidar dessa criança; 6) É importante que na piscina tenha algum adulto capacitado para atendimento de primeiros socorros; 7) O uso do maquinário de manutenção e limpeza da piscina devem estar desligados enquanto as crianças estiverem na água; 8) Sobre o uso de equipamentos de segurança: Para uma criança com menos 4 anos, ela deve sempre estar usando um colete salva vidas de tamanho apropriado. Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, neste caso o colete é melhor do que a bóia de braços, porque para eles, a bóia de braço pode ser facilmente retirada pelas crianças. Eles recomenda que essas crianças com menos de 4 anos usem o colete, mesmo que já tenham alguma noção...

Alimentos Indicados no Verão

Alimentos Indicados no Verão

17/12/2013

No verão é preferível comer alimentos leves e que exigem pouca digestão. Isso porque, com o tempo quente o organismo tem que se esforçar muito para manter a temperatura interna do corpo. Com isso grande parte da energia é concentrada para manter a temperatura corporal e facilita ingerirmos alimentos que não precisem de tanta energia para a sua digestão. Por essa razão as melhores opções são frutas, verduras, legumes, cereais integrais, carnes magras, aves e peixes. Lembrando que a gordura demanda bastante esforço para digestão, então é melhor priorizar preparações grelhadas, assadas ou cozidas. E evitar molhos e cremes gordurosos. É importante, também, evitar ficar muito tempo em jejum e fazer uma refeição muito volumosa. O ideal é comer de 3 em 3 horas e variar os tipos de alimentos. Beber no mínimo 2 litros de líquido por dia. Ainda mais no verão, porque ocorre perda de líquidos através do suor fazendo com que o corpo se desidrate com maior facilidade. E não esperar ter sede para beber líquidos pois a sede é sinal de que o corpo já está em processo de desidratação. Preferir bebidas geladas, pois a temperatura influencia na absorção mais rápida e evitar refrigerantes e bebidas alcoólicas. O suco natural sempre é a melhor opção em substituição aos refrigerantes e sucos artificiais. Porém existem alguns sucos que precisam de muita quantidade de fruta para render um copo o que o torna bastante calórico. É o caso do suco de laranja, tangerina, uva e manga. Uma alternativa é colocar uma porção da fruta elegida e o restante de água. E evitar o acréscimo de...