Postados recentemente

O que são Medicamentos Antroposóficos?

O que são Medicamentos Antroposóficos?

18/02/2015

O que são medicamentos antroposóficos? Quando alguém começa um tratamento com a medicina antroposófica, uma das primeiras perguntas que surge é: o que é um medicamento antroposófico? Quais as diferenças em relação aos outros medicamentos? A farmácia antroposófica começou a ser desenvolvida há cerca de 100 anos, por Rudolf Steiner, fundador da antroposofia, e Oskar Schmiedel, químico austríaco, em colaboração com médicos – especialmente Ita Wegman, fundadora da medicina antroposófica. Os primeiros produtos medicinais antroposóficos datam de 1921, quando o primeiro laboratório farmacêutico antroposófico foi criado na Suíça, a Weleda (veja abaixo todos os laboratórios farmacêuticos antroposóficos). Todos os medicamentos antroposóficos são obtidos da natureza, a partir de substâncias minerais, vegetais ou animais. Não há medicamento antroposófico sintético, embora o médico antroposófico recorra aos chamados medicamentos alopáticos quando necessário. Tampouco se concebe um medicamento antroposófico obtido de uma planta geneticamente modificada, ou que em seu processo de cultivo foram usados agrotóxicos, fertilizantes químicos ou herbicidas sintéticos. A razão é simples: os processos normais ou doentios que ocorrem no organismo humano encontram na natureza algum processo correlato ou oposto. De acordo com cada caso, a medicina antroposófica indicará um medicamento para estimular no ser humano uma reação que levará à cura ou alívio da enfermidade. O fundamental no medicamento antroposófico é que ele estimula as forças auto-curativas do organismo. Um medicamento antroposófico pode agir, de acordo com sua composição, de três modos: (1) estimulando um processo contrário à doença – esta é a maneira alopática de ação, por exemplo, para uma inflamação pode-se usar uma planta que estimule no organismo suas atividades antiinflamatórias; (2) agindo de modo igual à doença e provocando uma reação contrária maior do organismo no sentido da cura – este é um princípio homeopático de ação: aquilo que provoca também pode curar; (3) proporcionando um modelo orientador para o órgão ou sistema doente, levando à sua atividade sadia – este princípio é exclusivo dos medicamentos antroposóficos. Muitos medicamentos antroposóficos são dinamizados, isto é, diluídos e agitados de modo rítmico várias vezes. Esse processo farmacêutico serve para despertar na substância seu potencial curativo, que estava como que adormecido. Mas também existem remédios feitos a partir de tinturas de plantas, extratos secos e...

Incorporação das relações espaciais

Incorporação das relações espaciais

25/02/2014

Seus filhos podem aprender noções de espaço através de atividades rotineiras Os primeiros conhecimentos matemáticos estão ligados ao conceito de espaço. Por isso, é importante estimular o reconhecimento dessas relações desde a primeira infância. Sugerimos aqui algumas ideias para que você possa treiná-las com seus filhos nas experiências cotidianas. Quando são adquiridas? Desde o primeiro ano de vida, a criança estabelece relações espaciais por meio de suas vivências sensoriais. Por exemplo: experimenta o espaço bucal levando os dedos e objetos à boca, e o espaço ao seu redor por meio da visão e do tato. Quando a criança começa a andar e a explorar o mundo à sua volta, compreende que existem múltiplas conexões entre os objetos. Um dos aprendizados desse período é que os objetos continuam existindo, apesar de estarem fora do campo de visão. O espaço se transforma em objeto de reflexão e o bebê deixa de ocupar o centro da atenção. Entretanto, ele não conseguirá experimentar o espaço independentemente dos objetos percebidos. Aos quatro ou cinco anos, quando começa a explorar o espaço próximo e distante, ela consegue incorporar as representações mentais das relações espaciais. Por exemplo, consegue pensar se a escola está longe ou perto de sua casa em função do tempo que leva para chegar a ela. Portanto, trata-se sempre de um raciocínio que surge da comparação com outras distâncias, como: de sua casa até o supermercado ou da casa dos avôs ao parque. Noção de posição-orientação A localização depende de uma análise perceptiva que atua por oposições e contraste (em cima-embaixo; na frente-atrás; dentro-fora; esquerda-direita). Percebe-se antes a oposição de cada um dos termos de contraste. Em outras palavras, é mais fácil para uma criança aprender primeiro essas noções com um “jogo de opostos” do que pela avaliação isolada de cada item. Por exemplo, se queremos ensinar a relação dentro-fora, podemos propor que guarde seus brinquedos dentro de uma caixa, e imediatamente, pedir que os retire. Ao longo do tempo, com a repetição deste tipo de exercício, ela poderá abstrair cada uma das noções sem que precisem estar associadas. Em cima-embaixo Esta é uma descoberta que todas as crianças fazem de uma forma precoce: um objeto pesado cai....

08 jeitos diferentes de usar sal

08 jeitos diferentes de usar sal

11/02/2014

  Você sabia que o sal pode ser usado para espantar mosquitos, proteger aparelhos eletrônicos e reavivar cores de roupas? Versátil não é? Além de insubstituível no preparo dos alimentos, o sal tem um grande poder de desidratação. Em outras palavras, ele absorve a umidade e com isso extermina larvas de insetos, mofo e até os micro-organismos responsáveis pelo mau cheiro dos sapatos. O sal também ajuda a preservar equipamentos eletroeletrônicos e a relaxar o corpo depois de um dia tenso. Conheça algumas receitinhas para aproveitar todos esses benefícios: 1. Sal para espantar mosquitos! Aquelas inocentes pocinhas d’água que se forma debaixo do escorredor de louças e em outros cantos da pia são o lugar ideal para os mosquitos depositarem seus ovos – inclusive o transmissor da dengue! Se você não se lembrar de secar a pia diariamente, polvilhe sal nesses locais para matar as larvas. 2. Sal garante cores vivas nas roupas e nos carpetes Como a água é um solvente universal, sempre que você lava uma roupa preta ou colorida com água pura ela tende a dissolver os corantes do tecido, deixando os tons esmaecidos. Mas se você colocar sal na água esse processo é bloqueado quimicamente, preservando a cor das roupas. Basta dissolver sal na lavagem e no enxágue das roupas pretas e coloridas, na proporção de 1 colher (sopa) de sal para cada 10 litros de água. Para restaurar as cores do seu carpete, limpe-o com pano, esponja ou escova umedecida em uma solução de 1 xícara (chá) de sal dissolvido em 3 litros de água e deixe secar naturalmente. A fórmula também ajuda a repelir traças. 3. Sapatos sem cheiro com ajuda de sal Se quer manter sapatos, botas e tênis livres de odores, espalhe um pouco de sal dentro deles logo após usá-los. Além de esterilizar, o condimento absorve a umidade evitando a proliferação das bactérias responsáveis pelo mau cheiro. 4. Sal para proteger eletrônicos Deixe um pratinho raso com sal grosso perto dos equipamentos (televisão, computador etc.). A umidade do ambiente é absorvida e os aparelhos são protegidos da oxidação. O sal deve ser trocado quando ele formar quase um torrão único e não estiver mais solto....

O que é resiliência e como ela se manifesta nas crianças?

O que é resiliência e como ela se manifesta nas crianças?

26/12/2013

Para discutir como essa capacidade se expressa nas crianças, devemos entender primeiro o que ela significa. O que é resiliência? Resiliência é a capacidade humana de lidar com as adversidades da vida, vencer e se transformar de uma maneira positiva. As mudanças sempre produzem um desequilíbrio e, dependendo da capacidade de resiliência do indivíduo, são vividas com mais ou menos temores e dúvidas. Mas as mudanças nem sempre são ruins. É um mito supor que algo ruim acontece sempre que uma situação estável muda. A transitoriedade faz parte da vida, e é fundamental ensinar as crianças a enfrentar as mudanças com tranquilidade. Dito isto, é muito importante: – Adaptar-se às novas situações. – Desenvolver a abertura a mudanças. Por exemplo, o nascimento de um irmão, a perda de uma pessoa querida, uma mudança de casa ou de escola, ou uma separação. – Aprender a ser flexível e escutar as alternativas em cada situação, sem defender uma posição rígida de antemão. – Ser criativo. Ser capaz de recriar uma situação e transformá-lo em algo bom, apesar de pressupor uma mudança. – Aceitar o que acontece e não resistir diante do inevitável. A partir da aceitação, surgem as soluções. – Cultivar a tolerância ao novo. Nada acontece de um dia para o outro, e é preciso dar tempo às crianças para que encontrem sua forma e seu ritmo de se adaptar às novas situações. – Por fim, contar a experiência de mudanças anteriores também ajuda as crianças a lidar com o inesperado. Acompanhar seus filhos de perto e se antecipar a possíveis situações os ajuda a desenvolver a resiliência. Só assim eles poderão vivenciar qualquer situação que se apresente com bom senso e...

Nove curiosidades sobre o bebê dentro da barriga e após o nascimento

Nove curiosidades sobre o bebê dentro da barriga e após o nascimento

10/12/2013

Será que o bebê, lá na sua barriga, ouve alguma coisa quando você conversa com ele? Há risco de que perceba que mamãe e papai estão namorando? Esses sedutores olhos azuis do recém-nascido vão ficar para sempre? Dúvidas como essas passam várias vezes pela cabeça das mães, mas na hora da consulta com o obstetra ou com o pediatra acabam esquecidas em função de preocupações do momento. Veja a seguir essas e outras curiosidades sobre seu filhote. Na barriga, seu bebê: Ouve quando você fala com ele? Sim – e como escuta! No terceiro mês de gestação, o aparelho auditivo dele já está apto a perceber sons (a essa altura da gravidez, o feto está totalmente formado e, a partir daí, só vai crescer e ganhar peso). Então, ele não apenas ouve sua voz como capta outros ruídos externos. Em experiências feitas com equipamentos de ultrassom de última geração (que mostram imagens em 3D e 4D), vários bebês foram submetidos a buzinas e outros barulhos, agradáveis ou irritantes, e mostraram reações como caretas e expressões de prazer, segundo a natureza do som. Em certas gestações de risco, quando existe perigo de parto prematuro, alguns obstetras “conversam” com a criança, pedindo que ela não nasça antes da hora. Acredite: essa é uma prática comum! Portanto, ao longo da gestação, fale com seu filho, diga quanto ele é amado e desejado, cante para ele. Não sabe quando os pais fazem sexo? A criança ignora os pais namorando, embora perceba, sim, que algo está acontecendo por causa das alterações da frequência cardíaca e respiratória da mãe.  Mas há outras situações em que esses ritmos corporais também mudam como em momentos de ansiedade e nervosismo ou durante uma prática esportiva. Se compreendesse o que acontece, o bebê certamente ficaria feliz de saber que os pais estão desfrutando momentos de prazer, intimidade e união afetiva. Infelizmente, alguns casais (e principalmente os homens) sentem embaraço ao fazer sexo durante a gravidez por acreditar que o feto os vê em plena ação. Outro equívoco é achar que a penetração incomoda o bebê ou pode provocar o parto prematuro (essa possibilidade só existe em gestações de risco, e o médico irá alertar sobre ela)....

10 curiosidades sobre os bebês reais

10 curiosidades sobre os bebês reais

21/10/2013

A BBC criou uma lista com dez fatos pouco conhecidos sobre os nascimentos reais na Grã-Bretanha. 1. Até 1948, os Ministros do Interior costumavam estar presentes nos nascimentos reais. O então ministro do Interior, William Joynson-Hicks, por exemplo, viu o nascimento da rainha Elizabeth 2ª em 1926, embora estivesse envolvido, representando o governo, em uma disputa com mineradores de carvão. Acredita-se que o hábito tivesse a ver com a necessidade de verificar se a criança era de fato filha da rainha ou rei ou se era de fato do sexo masculino. Mas antes do nascimento do príncipe Charles, em 1948, pesquisadores do governo não encontraram nenhum fato que justificasse essa tradição, e a prática foi interrompida, de acordo com a biografia da rainha escrita por Ben Pimlott. 2. O arcebispo da Cantuária, a mais alta autoridade da Igreja Anglicana abaixo da rainha ou rei, também costumava no passado acompanhar os nascimentos reais. Uma exceção ocorreu em 1841, quando o arcebispo chegou atrasado para o nascimento do primeiro filho da rainha Vitória, Albert Edward. É provável que o atraso tenha ocorrido devido ao tráfego intenso de carruagens nas ruas, mas isso não é confirmado. 3. Segundo registros históricos, havia 42 figuras públicas ilustres presentes no nascimento do filho do rei James 2º, James Francis Edward, em 1688, no Palácio de St. James, em Londres. Segundo a professora da Universidade de Cambridge Mary Fissell, foi “o primeiro circo da mídia em torno de um nascimento real”. As pessoas na época duvidavam que a esposa do rei, Maria de Módena, estava genuinamente grávida, e boatos foram espalhados nos jornais e nos cafés de que um empregado havia trazido um bebê para o quarto em uma panela, ou passando por uma porta secreta. Isso colocou um ponto de interrogação permanente sobre a legitimidade do bebê, conta Fissel, e ele nunca se tornou rei. Em 1688, após a chamada Revolução Gloriosa, o holandês Guilherme de Orange assumiu o trono da Inglaterra. 4. O bebê de Kate e William não vai necessariamente precisar de um sobrenome, uma vez que terá o título de príncipe. Mas se quiserem escolher um, terão três para escolher: Mountbatten-Windsor, Wales (País de Gales) ou Cambridge....