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O teste do pezinho

O teste do pezinho

23/02/2016

O teste do pezinho é o exame laboratorial, chamado também de triagem neonatal, detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, que poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do bebê. Falemos numa linguagem mais simples. Esse exame é popularmente conhecido como teste do pezinho, pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebê. As mamães geralmente ficam com o coração na mão quando tem que levar seus bebês para o exame, pois estes normalmente choram. Mas por que a picadinha no calcanhar? O que as mães devem saber é que o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos e a coleta do sangue é feita rapidamente com um único furinho. O furo é quase indolor, mas a dor ainda é uma sensação nova para o bebê e por isso choram. Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. O exame também é feito em laboratórios. O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro e levadas para serem analisadas.   Prevenindo doenças graves – Para quem não sabe, o teste do pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil e a simples atitude de se realizar o exame faz com que doenças causadoras de sequelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas. O diagnóstico precoce oferece condições de um tratamento iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando a deficiência mental. A deficiência, uma vez presente no corpo, já não pode ser...

Vamos prevenir e cuidar das estrias

Vamos prevenir e cuidar das estrias

20/02/2016

Vamos prevenir e cuidar das estrias? A gravidez é um momento mágico e de muita felicidade para as mamães, mas é super possível curtir essa experiência cuidado da pele, principalmente contra as estrias. O que são ESTRIAS? As estrias são cicatrizes causadas pela ruptura das fibras elásticas e de colágeno. Estas fibras estão localizadas na camada mais profunda da pele. A estria inicia-se com um processo inflamatório, por isso surgem as linhas vermelhas. O organismo passa a produzir um colágeno mais espesso e a marca fica semelhante a uma cicatriz com coloração perolada: a melanina, pigmento que dá cor à pele, desaparece. As estrias são lesões lineares, geralmente paralelas, que podem variar de um a vários centímetros de extensão. Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas, evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada. Em pessoas de pele morena, as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia. A pele na área afetada tem consistência frouxa. Algumas pessoas desenvolvem estrias mesmo com pouca distensão da pele; outras não desenvolvem estrias nem mesmo na gravidez — quando a distensão da pele é muito grande. Alguns fatores que contribuem para o surgimento das estrias: Alterações do peso: emagrecer ou engordar de forma rápida e excessiva pode provocar o esticamento da pele. Problemas hormonais: o aumento da produção de estrógeno e progesterona podem fragilizar as fibras de colágeno e elastina, tornando mais fácil de serem rompidas. Genética: a elasticidade e a resistência da pele dependem das características hereditárias. Gravidez: se não houver controle de peso, a pele pode estriar. A gestação é uma fase de inteira transformação no corpo da mulher. Além de estar gerando uma nova criatura, a mulher também está passando por diversas alterações psicológicas e físicas. Entre as consequências destas transformações estão as estrias de gestação. As estriam atingem 90% das gestantes e, segundo o dermatologista Otávio Macedo, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, “os locais mais propensos às estrias são os seios, barriga, culote, coxas, costas e axilas, pois são áreas que acumulam mais gordura e aumentam de tamanho com maior facilidade”. Entre as causas da estria na gestação estão as alterações hormonais, a má alimentação e o aumento de...

Dores nas costas durante a gestação

Dores nas costas durante a gestação

19/02/2016

Muitas grávidas sentem dores nas costas durante a gestação ou em algum momento da gravidez. Mas há estratégias que podem aliviar a situação.  A culpa pela dor nas costas provavelmente é do peso do útero e das mudanças hormonais. Com o crescimento do útero, os músculos abdominais ficam mais fracos e seu centro de gravidade muda de lugar. Com isso, sua postura muda, o que acaba forçando nervos e a coluna. A ação dos hormônios deixa as articulações e os ligamentos mais “soltos”, o que provoca instabilidade e dor em momentos específicos: ao andar, ao ficar de pé ou sentada por muito tempo, ao se virar na cama, ao se levantar de um assento baixo. O mais comum é a dor nas costas aparecer nos últimos meses da gravidez, ou ir piorando até o bebê nascer. Ela também pode persistir por algum tempo depois do parto, mas costuma sumir em poucos meses. Nada disso parece muito animador. A única boa notícia é que a dor nas costas não afeta a saúde do bebê.   Vamos ver alguns tipos de Dores que a gestantes sentem: A) Dor nas costas verdadeira É a dor causada pelos mesmos fatores que a dor nas costas em pessoas que não estão grávidas. Ligamentos, músculos, discos e articulações podem ficar sobrecarregados devido a problemas de postura, ao hábito de carregar peso de maneira incorreta, à fraqueza ou insuficiência muscular e a lesões. O mais comum é que esse tipo de dor já exista antes da gravidez. A dor nas costas costuma piorar no fim do dia, ou quando se fica de pé por longos períodos. Isso se deve ao cansaço muscular e à distensão dos ligamentos, para sustentar o seu peso e o do bebê. B) Dor ciática Uma pequena proporção de mulheres sofre de ciática durante a gravidez. Trata-se da dor no nervo ciático, na base das costas, dos lados, por inflamação ou pressão. Às vezes, o funcionamento do nervo pode ficar prejudicado, o que provoca fraqueza na perna ou sensação de formigamento. A dor pode se estender pela parte de trás da perna. Ao contrário do que acreditam as pessoas, a ciática não é causada pela pressão do bebê sobre...

Como escovar e cuidar dos dentes do bebê

Como escovar e cuidar dos dentes do bebê

11/03/2015

Como escovar e cuidar dos dentes do bebê, é uma dúvida de muitos pais e mães quando os dentes do bebê começam a nascer.   Especialistas dizem que os primeiros dentes de leite começam a nascer a partir dos 4 e 6 meses da criança e a recomendação principal é que desde o nascimento haja um estímulo oral para criar o hábito de higiene no bebê, fazendo limpeza com gaze e água filtrada. Mesmo antes do surgimento da dentição, a higiene bucal é importante. Comece com um estímulo oral para criar hábito no bebê, que ainda não tem dentes, de passar gaze com água filtrada, ou fervida, dentro da boca, em toda a mucosa. A gaze embebida no soro fisiológico também é uma opção. Como a mucosa ainda é muito fina e delicada, não há a necessidade de realizar a limpeza diariamente, duas vezes por semana é o suficiente, salvo caso onde o leite fica parado ou estagnado na boca, geralmente em casos de regurgitação. Além de remover restos de leite, o objetivo também é prevenir a estomatite, que é um vírus que se aproveita de uma baixa imunidade da criança, causando feridas na boca e garganta que parecem aftas. Quando isso acontece, a criança baba muito e fica com grande dificuldade de se alimentar. É a partir dos 8 meses que os dentes do bebê já estão em mais evidência e uma dedeira especial deve ser usada para fazer a higiene bucal da criança.É aconselhável usar uma dedeira macia nos dentes e na mucosa, com movimentos suaves. Pelo menos uma vez ao dia. A partir de 10 meses a criança já tem dentes de leite suficientes e uma nova rotina de limpeza deve ser introduzida no dia a dia do bebê. Deve-se escovar três vezes ao dia, pelo menos, após cada alimentação grande – almoço, café e jantar – usando escova de cabeça pequena e com cerdas bem macias e sem o uso de cremes dentais. Neste período,as visitas ao odontopediatra serão necessárias para aplicação de flúor nos dentes da criança. A consultora de odontopediatria da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) Márcia Vasconcelos é taxativa:não há idade ideal para a criança começar a...

Crosta Láctea, o que é, e como trata-la

Crosta Láctea, o que é, e como trata-la

16/10/2014

Oi !!! Mamães e Papais!!! CROSTA LÁCTEA…o que é…, e como trata-la!! A crosta láctea (forma de dermatite seborreica) é um distúrbio inflamatório e descamativo da pele, muito comum em bebés (especialmente dos recém-nascidos e até um ano de idade) Apesar de não incomodar o bebé, deve ser tratada e vigiada porque pode dar origem a inflamações. Cuidados: – Como a crosta láctea agrava com a transpiração e o tempo quente, seque muito bem a pele do bebé sempre que toma banho ou o limpa. – Evite vestir em demasia o bebé, e vista roupas que deixem a pele respirar. – As escamas nunca devem ser removidas com as unhas pois aumenta o risco de infeção e o aparecimento de pequenas feridas resultantes da agressão da pele. – Aplique um óleo emoliente (de origem vegetal como o óleo de amêndoas doces) cerca de 30 minutos antes do banho do bebé para a amolecer a crosta. – No banho você pode utlizar um Shampoo para Recém Nascidos da Mustela que favorece a eliminação da crosta láctea. – Depois do banho, seque muito bem a pele e proteja-a com um creme emoliente. Se a crosta láctea persistir e as zonas afetadas apresentarem sinais de infeção (vermelhão) recorra ao pediatra para que observação e orientação sobre o tratamento mais adequado....

Evite cólicas, massageie a barriguinha do bebê

Evite cólicas, massageie a barriguinha do bebê

15/10/2014

Oi Mamães!!! Uma super ajuda para cólicas no bebê! Faça uma massagem na barriguinha, impulsione as perninhas do bebê, delicadamente em movimentos circulares. Aproveite e faça um cafuné gostoso no seu pequeno, entre uma massagem e outra, além de melhorar, ele vai responder com um gostoso sorriso!